Por que moleculares?

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Mas por que moleculares?

Essa pergunta assola todos os envolvidos com o curso desde sua formação, e esculpiu o paradigma de ensino do CM. Resposta, no entanto, é algo que poucos arriscaram, dada a natureza críptica de sua formulação. Uma das corajosas tentativas foi dada pela atual coordenadora do curso, a Profa. Lucile Winter: "O curso se chama moleculares por que abrange tudo do molecular ao não molecular, do ponto de vista de integração científica...". A declaração foi comparada à de Michael Jackson: "Os negros são chamados de pessoas de cor porque podem abranger todas as cores... Foi isso que aconteceu comigo!".

Nas palavras do mestre: Foi o melhor que a gente achou.

Originalmente pretendia-se que o curso se chamasse "Curso Experimental de Ciências". Uma sondagem preliminar mostrou que vários cientistas achavam que esse nome implicaria em que os demais cursos não fossem "de Ciências". Após negociações o nome escolhido foi Curso Experimental de Ciências Moleculares.

Uma outra versão histórica da origem do nome é a de que foi uma sugestão do Prof. Henrique Toma do Instituto de Química. Partia de uma concepção mais restrita para o curso, na qual ele seria voltado para áreas mais ligadas à nanotecnologia, biologia molecular e coisas afins que estavam e ainda estão na moda.


Evolução

Após o reconhecimento legal do curso pelo MEC em 16/06/96 o nome do mesmo evoluiu para a forma atual, abandonando o termo "Experimental" do nome. O curso também é conhecido pelos acrônimos CCM e CM.

A falta de vínculo evidente do termo Moleculares com a natureza do curso suscita sugestões de mudança do nome. Embora a probabilidade de uma mudança de jure seja baixa, há propostas de mudança de facto do nome, por exemplo: Curso Multidisciplinar de Ciências (adaptado do nome original do curso) e CCM é um Curso Multidisciplinar [1] .


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